Segundo a Polícia, milhares deslocaram ao endereço após receberem a denúncia, sendo o veículo encontrado na Rua Dimantina.
Diante do exposto, o veículo foi removido para o Pátio Credenciado do Detran-MG na cidade de Bom Despacho.
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Segundo a Polícia, milhares deslocaram ao endereço após receberem a denúncia, sendo o veículo encontrado na Rua Dimantina.
Diante do exposto, o veículo foi removido para o Pátio Credenciado do Detran-MG na cidade de Bom Despacho.
Segundo a Polícia, milhares deslocaram ao endereço após receberem a denúncia, sendo o veículo encontrado na Rua Dimantina.
Diante do exposto, o veículo foi removido para o Pátio Credenciado do Detran-MG na cidade de Bom Despacho.

Sicoob Credibom
Na última quarta-feira, 20, aconteceu mais uma rodada da Copa Jornal Fique Sabendo Empresarial de futebol society no Clube Aspra de Bom Despacho. O Sicoob Credibom venceu a VDM Acabamentos pelo placar de 8 a 3. Com isso, a equipe conquistou seus primeiros 03 pontos na competição. O destaque foi para Paulino Curuja que marcou 3 gols na sua primeira partida, algo também feito pelo jovem Lúcio, que também balançou a rede adversária por 3 vezes.
Já na outra partida, Bombas Diesel venceu o VAP pelo placar de 7 a 3. Os Azuis estão invictos na competição e se mantém com 100% de aproveitamento. Ao todo, o time de Edmar e Cia tem 09 pontos e com 17 gols de saldo positivo. Já a equipe de Fagner e Cia se manteve na segunda colocação com 06 pontos ganhos.
A próxima rodada promete muita emoção, isso porque jogam Bombas Diesel x Credibom e na outra partida tem VAP contra a Credesp. A VDM já realizou todos os seus jogos, tem 3 pontos e um saldo negativo de 10. Para se classificar, a equipe de Fabinho Mingau precisa torcer para o VAP vencer a Credesp por um placar com 3 gols de diferença para avançar as semifinais e continuar sonhando com o título.
A classificação geral da competição tem Bombas Diesel em primeiro lugar com 09 pontos, seguido de VAP com 6. Sicoob Credibom aparece em terceiro lugar com 3 pontos e um saldo de 0 gols, seguido de Credesp com a mesma pontuação e 08 gols negativos. Já VDM também com 3 pontos e 10 gols negativos.
A Copa Jornal Fique Sabendo Empresarial 2023 conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Bom Despacho, através da Secretaria de Esportes, Clube Aspra, Rádio Ativa FM, Fonte Sport e Bar Paraíso.

Sicoob Credibom
Na última quarta-feira, 20, aconteceu mais uma rodada da Copa Jornal Fique Sabendo Empresarial de futebol society no Clube Aspra de Bom Despacho. O Sicoob Credibom venceu a VDM Acabamentos pelo placar de 8 a 3. Com isso, a equipe conquistou seus primeiros 03 pontos na competição. O destaque foi para Paulino Curuja que marcou 3 gols na sua primeira partida, algo também feito pelo jovem Lúcio, que também balançou a rede adversária por 3 vezes.
Já na outra partida, Bombas Diesel venceu o VAP pelo placar de 7 a 3. Os Azuis estão invictos na competição e se mantém com 100% de aproveitamento. Ao todo, o time de Edmar e Cia tem 09 pontos e com 17 gols de saldo positivo. Já a equipe de Fagner e Cia se manteve na segunda colocação com 06 pontos ganhos.
A próxima rodada promete muita emoção, isso porque jogam Bombas Diesel x Credibom e na outra partida tem VAP contra a Credesp. A VDM já realizou todos os seus jogos, tem 3 pontos e um saldo negativo de 10. Para se classificar, a equipe de Fabinho Mingau precisa torcer para o VAP vencer a Credesp por um placar com 3 gols de diferença para avançar as semifinais e continuar sonhando com o título.
A classificação geral da competição tem Bombas Diesel em primeiro lugar com 09 pontos, seguido de VAP com 6. Sicoob Credibom aparece em terceiro lugar com 3 pontos e um saldo de 0 gols, seguido de Credesp com a mesma pontuação e 08 gols negativos. Já VDM também com 3 pontos e 10 gols negativos.
A Copa Jornal Fique Sabendo Empresarial 2023 conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Bom Despacho, através da Secretaria de Esportes, Clube Aspra, Rádio Ativa FM, Fonte Sport e Bar Paraíso.
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| foto área da Nova sede da Subseção da OAB/BD |
| Advogados em visita à Obra |
| Presidente da Subseção da OAB/BD - Alexandre Simão |
O presidente Alexandre Simão também acrescentou que o advogado é indispensável à administração da justiça.
A OAB de Bom Despacho-MG, através de seus competentes advogados e advogadas sempre buscarão o melhor para seus clientes, sendo dever do advogado zelar pelo interesse de seu constituinte.
A solenidade contou com a presença de um dos advogados mais ilustres de Bom Despacho, Dr. Paulino Queiroz, além de diretores, conselheiros, delegado da CAA/MG, delegado de prerrogativas, presidentes de comissões da OAB/MG, inúmeros advogados e advogados, a Seccional Mineira foi representada pelo Diretor Tesoureiro Dr. Fabrício Almeida, que falou em nome do Presidente da OAB Mineira, Dr. Sérgio Leonardo. Esteve presente ainda, o presidente da OAB de Lagoa da Prata, Dr. Ailton, representando os presidentes da classe no interior mineiro.
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| foto área da Nova sede da Subseção da OAB/BD |
| Advogados em visita à Obra |
| Presidente da Subseção da OAB/BD - Alexandre Simão |
O presidente Alexandre Simão também acrescentou que o advogado é indispensável à administração da justiça.
A OAB de Bom Despacho-MG, através de seus competentes advogados e advogadas sempre buscarão o melhor para seus clientes, sendo dever do advogado zelar pelo interesse de seu constituinte.
A solenidade contou com a presença de um dos advogados mais ilustres de Bom Despacho, Dr. Paulino Queiroz, além de diretores, conselheiros, delegado da CAA/MG, delegado de prerrogativas, presidentes de comissões da OAB/MG, inúmeros advogados e advogados, a Seccional Mineira foi representada pelo Diretor Tesoureiro Dr. Fabrício Almeida, que falou em nome do Presidente da OAB Mineira, Dr. Sérgio Leonardo. Esteve presente ainda, o presidente da OAB de Lagoa da Prata, Dr. Ailton, representando os presidentes da classe no interior mineiro.
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| Decisão do TJMG sobre a suspensão da CPP |
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, através da Desembargadora Juliana Campos Horta, concedeu liminar favorável ao mandado de segurança impetrado pelo Prefeito de Bom Despacho, Doutor Bertolino Costa Neto, que pede a anulação da Comissão Parlamentar Processante, instaurada pela Câmara Municipal no dia 11 de setembro, através denúncia da eleitora Lídia Costa Pereira . A decisão foi publicada na última terça-feira, dia 19 de setembro e Casa do Legislativo terá dias para prestarem informações sobre o feito.
A decisão do TJMG é ' por base que a CPP autorizada se deu com fulcro nos mesmos fatos investigados na CPI, a princípio, a participação dos membros (vereadores) desta comissão parlamentar de inquérito, não estão habilitados para figurar na CPP (Comissão Parlamentar Processante) fundada a conclusão elaborada por eles via relatório final da CPI, mesmo que a denúncia venha de terceiros". Ou seja, nenhum dos vereadores que realizaram a CPI poderia ser um dos membros da Comissão Processante.
No entanto, após sorteio da CPP, realizado via denúncia por Lídia Costa Pereira durante sessão ordinária na Câmara Municipal no dia 11 de setembro de 2023, o vereador Eder Tipura, então relator da CPI, o qual pediu a instauração da CPP, foi sorteado membro da comissão, assim como a Vereadora Keké e o Vereador Vinicíus Pedro para integrarem a CPP. Os dois último como relatora e presidente, respectivamente.
Na decisão da desembargadora, ainda há o trecho que diz " Assevera a nulidade da CPP, porquanto foi sorteado para lhe integrar vereador quer fora membro da CPI que fundamentou a denúncia geradora da CPP".
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| Decisão do TJMG sobre a suspensão da CPP |
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, através da Desembargadora Juliana Campos Horta, concedeu liminar favorável ao mandado de segurança impetrado pelo Prefeito de Bom Despacho, Doutor Bertolino Costa Neto, que pede a anulação da Comissão Parlamentar Processante, instaurada pela Câmara Municipal no dia 11 de setembro, através denúncia da eleitora Lídia Costa Pereira . A decisão foi publicada na última terça-feira, dia 19 de setembro e Casa do Legislativo terá dias para prestarem informações sobre o feito.
A decisão do TJMG é ' por base que a CPP autorizada se deu com fulcro nos mesmos fatos investigados na CPI, a princípio, a participação dos membros (vereadores) desta comissão parlamentar de inquérito, não estão habilitados para figurar na CPP (Comissão Parlamentar Processante) fundada a conclusão elaborada por eles via relatório final da CPI, mesmo que a denúncia venha de terceiros". Ou seja, nenhum dos vereadores que realizaram a CPI poderia ser um dos membros da Comissão Processante.
No entanto, após sorteio da CPP, realizado via denúncia por Lídia Costa Pereira durante sessão ordinária na Câmara Municipal no dia 11 de setembro de 2023, o vereador Eder Tipura, então relator da CPI, o qual pediu a instauração da CPP, foi sorteado membro da comissão, assim como a Vereadora Keké e o Vereador Vinicíus Pedro para integrarem a CPP. Os dois último como relatora e presidente, respectivamente.
Na decisão da desembargadora, ainda há o trecho que diz " Assevera a nulidade da CPP, porquanto foi sorteado para lhe integrar vereador quer fora membro da CPI que fundamentou a denúncia geradora da CPP".
Responsável por atingir cerca de 6 milhões de brasileiros, a enfermidade é subdiagnosticada no país, mas médica explica que pode ser facilmente identificada por meio da espirometria
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) atinge cerca de 210 milhões de pessoas em todo o mundo. Já no Brasil, a enfermidade acomete cerca de 6 milhões de indivíduos, com apenas 12% recebendo diagnóstico.
“Apesar de não ter cura, a DPOC pode ser tratada e controlada desde que o paciente consiga aderir ao tratamento prescrito pelo médico”, informa a pneumologista Fernanda Miranda (CRM GO 6818), professora na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás e presidente da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia de Goiânia.
Para auxiliar os pacientes a entenderem melhor essa doença respiratória, a Dra. Fernanda elenca os principais pontos sobre a DPOC.
A doença:
De acordo com a pneumologista, “trata-se de uma doença pulmonar progressiva, ou seja, que piora com o tempo, caracterizada pela obstrução das vias aéreas, responsável por comprometer a saúde e a qualidade de vida de quem convive com DPOC”. “Suas características mais comuns são a obstrução dos brônquios e destruição dos alvéolos, que limitam o fluxo de ar pelo pulmão, podendo ser caracterizada como bronquite crônica ou enfisema pulmonar – enfermidades que fazem parte da DPOC”, afirma Miranda.
Fatores de risco:
Causada principalmente pelo tabagismo, em função dos efeitos da fumaça de cigarro nos pulmões, a médica ressalta que a DPOC também pode ser associada à exposição de outras substâncias tóxicas1, “como poeira ou produtos químicos, e ainda à combustão de biomassa (fogões a lenha), que provocam alterações progressivas na estrutura e função do pulmão”.
Incidência:
Acomete principalmente indivíduos após os 40 anos de idade e com histórico de tabagismo ou outras exposições nocivas. No Brasil, cerca de 6 milhões de pessoas convivem com a DPOC e, em 2020, as doenças do aparelho respiratório (CID-10) foram responsáveis por 148.773 óbitos, ficando acima das mortes por causas externas (acidentes e violências) e abaixo das doenças do aparelho circulatório, doenças infecto-parasitárias e neoplasias, segundo informações do Sistema de Informação de Mortalidade do DATASUS.
.
Sintomas:
Entre os principais sintomas da DPOC, estão a dispneia: falta de ar aos esforços que pode progredir até para atividades simples do dia a dia, como tomar banho; e a tosse crônica: geralmente produtiva, com expectoração de muco ou catarro. “Também é muito comum o chiado no peito, que se apresenta como um som agudo ou sibilante ao respirar, além da sensação de aperto, desconforto ou opressão no peito e sensação de que o ar não está fluindo adequadamente durante a respiração”, diz a pneumologista.
Diagnóstico:
Com apenas metade dos casos de doenças crônicas identificados em todo o mundo, o que inclui DPOC, aproximadamente 1 em cada 10 pessoas com condições crônicas é tratada com êxito5. “Entre as razões para esta subnotificação está o fato de que fumantes não costumam valorizar seus sintomas, pois acham ‘normal’ apresentar cansaço aos esforços ou ter tosse e secreção, principalmente no período da manhã. No entanto, estes já são sintomas da doença e devem ser cuidadosamente avaliados por um pneumologista, visto que o diagnóstico envolve uma avaliação médica completa, incluindo histórico clínico, exame físico e exames complementares, sendo a espirometria o mais importante para identificar e monitorar a DPOC.”, destaca Miranda.
A pneumologista explica que a espirometria consiste em um teste de função pulmonar que mede o volume de ar que uma pessoa pode inalar e exalar, bem como a velocidade com que o ar é expelido dos pulmões. Durante o exame, o paciente sopra em um aparelho chamado espirômetro, que registra os volumes e fluxos de ar. A espirometria fornece informações sobre a função pulmonar, como a capacidade vital forçada (CVF) e o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1). Com base nesses parâmetros, é possível avaliar a presença e a gravidade da obstrução das vias aéreas, o que auxilia no diagnóstico da DPOC.
"Esse exame será solicitado ao paciente em casos de suspeita da doença e com base em sintomas apresentados pelo paciente. Pessoas com fatores de risco, como fumantes, ex-fumantes, pacientes com tosse crônica ou dispneia inexplicada devem realizar uma vez por ano. No Brasil, a espirometria está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para a população, sendo oferecida em centros de saúde, hospitais e clínicas conveniadas ao setor público”, ressalta.
Segundo a pneumologista, os principais métodos de diagnóstico também incluem:
Radiografia de tórax: ajuda a excluir outras condições pulmonares e a identificar possíveis complicações.
Testes de função pulmonar: além da espirometria, outros testes podem ser realizados para avaliar a função dos pulmões e a gravidade da obstrução das vias aéreas.
Exames de sangue: podem ser solicitados para verificar a dosagem de alfa-1 antitripsina (uma proteína envolvida na proteção dos pulmões).
Informações à imprensa - BCW Brasil
Karina Klinger - 11-94586-3725

Responsável por atingir cerca de 6 milhões de brasileiros, a enfermidade é subdiagnosticada no país, mas médica explica que pode ser facilmente identificada por meio da espirometria
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) atinge cerca de 210 milhões de pessoas em todo o mundo. Já no Brasil, a enfermidade acomete cerca de 6 milhões de indivíduos, com apenas 12% recebendo diagnóstico.
“Apesar de não ter cura, a DPOC pode ser tratada e controlada desde que o paciente consiga aderir ao tratamento prescrito pelo médico”, informa a pneumologista Fernanda Miranda (CRM GO 6818), professora na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás e presidente da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia de Goiânia.
Para auxiliar os pacientes a entenderem melhor essa doença respiratória, a Dra. Fernanda elenca os principais pontos sobre a DPOC.
A doença:
De acordo com a pneumologista, “trata-se de uma doença pulmonar progressiva, ou seja, que piora com o tempo, caracterizada pela obstrução das vias aéreas, responsável por comprometer a saúde e a qualidade de vida de quem convive com DPOC”. “Suas características mais comuns são a obstrução dos brônquios e destruição dos alvéolos, que limitam o fluxo de ar pelo pulmão, podendo ser caracterizada como bronquite crônica ou enfisema pulmonar – enfermidades que fazem parte da DPOC”, afirma Miranda.
Fatores de risco:
Causada principalmente pelo tabagismo, em função dos efeitos da fumaça de cigarro nos pulmões, a médica ressalta que a DPOC também pode ser associada à exposição de outras substâncias tóxicas1, “como poeira ou produtos químicos, e ainda à combustão de biomassa (fogões a lenha), que provocam alterações progressivas na estrutura e função do pulmão”.
Incidência:
Acomete principalmente indivíduos após os 40 anos de idade e com histórico de tabagismo ou outras exposições nocivas. No Brasil, cerca de 6 milhões de pessoas convivem com a DPOC e, em 2020, as doenças do aparelho respiratório (CID-10) foram responsáveis por 148.773 óbitos, ficando acima das mortes por causas externas (acidentes e violências) e abaixo das doenças do aparelho circulatório, doenças infecto-parasitárias e neoplasias, segundo informações do Sistema de Informação de Mortalidade do DATASUS.
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Sintomas:
Entre os principais sintomas da DPOC, estão a dispneia: falta de ar aos esforços que pode progredir até para atividades simples do dia a dia, como tomar banho; e a tosse crônica: geralmente produtiva, com expectoração de muco ou catarro. “Também é muito comum o chiado no peito, que se apresenta como um som agudo ou sibilante ao respirar, além da sensação de aperto, desconforto ou opressão no peito e sensação de que o ar não está fluindo adequadamente durante a respiração”, diz a pneumologista.
Diagnóstico:
Com apenas metade dos casos de doenças crônicas identificados em todo o mundo, o que inclui DPOC, aproximadamente 1 em cada 10 pessoas com condições crônicas é tratada com êxito5. “Entre as razões para esta subnotificação está o fato de que fumantes não costumam valorizar seus sintomas, pois acham ‘normal’ apresentar cansaço aos esforços ou ter tosse e secreção, principalmente no período da manhã. No entanto, estes já são sintomas da doença e devem ser cuidadosamente avaliados por um pneumologista, visto que o diagnóstico envolve uma avaliação médica completa, incluindo histórico clínico, exame físico e exames complementares, sendo a espirometria o mais importante para identificar e monitorar a DPOC.”, destaca Miranda.
A pneumologista explica que a espirometria consiste em um teste de função pulmonar que mede o volume de ar que uma pessoa pode inalar e exalar, bem como a velocidade com que o ar é expelido dos pulmões. Durante o exame, o paciente sopra em um aparelho chamado espirômetro, que registra os volumes e fluxos de ar. A espirometria fornece informações sobre a função pulmonar, como a capacidade vital forçada (CVF) e o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1). Com base nesses parâmetros, é possível avaliar a presença e a gravidade da obstrução das vias aéreas, o que auxilia no diagnóstico da DPOC.
"Esse exame será solicitado ao paciente em casos de suspeita da doença e com base em sintomas apresentados pelo paciente. Pessoas com fatores de risco, como fumantes, ex-fumantes, pacientes com tosse crônica ou dispneia inexplicada devem realizar uma vez por ano. No Brasil, a espirometria está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para a população, sendo oferecida em centros de saúde, hospitais e clínicas conveniadas ao setor público”, ressalta.
Segundo a pneumologista, os principais métodos de diagnóstico também incluem:
Radiografia de tórax: ajuda a excluir outras condições pulmonares e a identificar possíveis complicações.
Testes de função pulmonar: além da espirometria, outros testes podem ser realizados para avaliar a função dos pulmões e a gravidade da obstrução das vias aéreas.
Exames de sangue: podem ser solicitados para verificar a dosagem de alfa-1 antitripsina (uma proteína envolvida na proteção dos pulmões).
Informações à imprensa - BCW Brasil
Karina Klinger - 11-94586-3725